Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

A festa da Taça - Quartos de final

Naval 1º de Maio e Rio Ave, tal como o Porto, também garantiram o passaporte para as meias-finais da Taça de Portugal. A grande surpresa dos quartos-de-final até ao momento, aconteceu mesmo no Minho, com a eliminação do Sporting de Braga (um dos favoritos), diante do Rio Ave. A Naval como já se esperava, colocou um ponto final na brilhante campanha do Pinhalnovense. Esta noite será encontrado o outro semifinalista. Frente-a-frente, Paços de Ferreira e Chaves. O Paços que na temporada anterior chegou à final do Jamor, perdendo na final frente ao Porto por 1-0, com um golo de Lisandro.

 

PINHALNOVENSE - NAVAL

 

O único representante da segunda divisão, o Pinhalnovense, até começou da melhor forma o desafio dos quartos-de-final da Taça de Portugal, frente à formação da Figueira da Foz. A equipa da casa colocou-se em vantagem logo aos sete minutos. Foi com a vantagem do Pinhalnovense que se chegou ao intervalo. Aos 14 minutos, o representante da Liga Sagres empatou o desafio. E, quando já se vislumbrava o prolongamento, a Naval deu a estucada final. Primeiro aos 37 minutos por Bolívia e seis minutos depois, por Tandia, chegando ao 3-1. A Naval seguia em frente. O Pinhalnovense despedia-se da festa da Taça.

 

BRAGA - RIO AVE

 

Foram precisos mais de 120 minutos, para se encontrar o terceiro semifinalista da Taça de Portugal. Num encontro sem golos, o Rio Ave, voltou a ser mais feliz da lotaria das grandes penalidades ao vencer o Braga por 6-5. Recorde-se que o conjunto às ordens de Carlos Brito, já tinha deixado pelo caminho na ronda anterior o Guimarães, também no desempate por penáltis. Num jogo realizado no Estádio dos Arcos. Numa partida em que as ocasiões de golo foram escassas, o mais certo era terminar da forma que terminou. O Braga não foi o mesmo do campeonato, e acusou em demasia a falta de Vandinho e Mossoró, ambos castigados. O Rio Ave bem ao seu estilo, fez um bom jogo, sobretudo em termos tácticos. Foi sempre uma equipa compacta, sólida e, inteligente na forma como ocupou os espaços. O que levou Carlos Brito no fim do jogo a dizer, que tinha sido o jogo perfeito.

 

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publicado por andre--- às 17:25
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