Segunda-feira, 3 de Maio de 2010

Sobre o clássico

O JOGO QUE PODIA TER DECIDIDO O TÍTULO

 

Não vou escrever muito sobre o Porto - Benfica, porque não vi o jogo. Fui ao Estádio José Arcanjo ver o meu Olhanense, como é hábito fazer, sempre que a equipa joga cá em Olhão. Estava rodeado de adeptos (no estádio), que iam ouvindo os outros jogos pela rádio, no qual me iam dando algumas informações, com especial destaque para o jogo que podia ter decidido o título. Também não cheguei a ver o resumo (só os golos). Pelo que me pude aperceber, o Benfica entrou bem, teve ocasiões para marcar na primeira parte, mas acabou por desperdiçá-las todas. Uma delas, logo nos primeiros minutos, pelo Di Maria.

 

O resultado final para mim acabou por ser surpreendente. Esperava um jogo difícil para ambas as equipas, mas nunca pensei que alguma delas pudesse vencer por mais de dois golos de diferença. Fiquei ainda mais surpreso, quando soube que o Benfica estava a jogar com mais uma unidade. Claro que no futebol tudo é possível, no entanto, o jogo reunia condições para ser bem mais equilibrado. O Benfica precisava apenas de um ponto, mas o Porto não estava disposto a ceder o seu palco para a festa.

 

Lamento que muitos adeptos não façam do futebol uma festa, e continuem a insistir nas tais rivalidade, guerras e autênticas batalhas. O que se passou antes, durante e até depois do jogo, foi vergonhoso. É dispensável. O futebol não merece. O futebol merece cor, alegria, jogadas bonitas, grandes golos, belos espectáculos. Menos rivalidade e violência. É triste, que muitos adeptos não se possam deslocar a um estádio para assistir ao jogo da sua equipa.

 

Quero destacar ainda a exibição do Porto na segunda parte, mesmo reduzido a dez. E ainda, o golo fabuloso do Belluschi, que muito provavelmente, foi o melhor da jornada. Quanto ao Benfica, sem querer menosprezar a formação do Rio Ave, acredito que no próximo fim-de-semana vai conquistar o seu 32º título. Tem tudo a seu favor. Joga em casa, precisa apenas de um ponto, e o adversário até nem é dos mais complicados, apesar do futebol ser muitas vezes uma tremenda surpresa.

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publicado por andre--- às 17:30
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