Segunda-feira, 4 de Outubro de 2010

Carlos Martins resolveu o jogo grande da ronda

OS ENCARNADOS REPETIRAM O RESULTADO DA ÉPOCA PASSADA

 

LIGA ZON SAGRES - 7ª JORNADA

 

BENFICA - BRAGA

 

Uma execução primordial de Carlos Martins (chamado por Paulo Bento para o duplo compromisso da selecção) aos 73 minutos deu os três pontos ao campeão nacional e a terceira vitória consecutiva (Sporting, Marítimo e Braga) na competição. A visão e o passe de Saviola merecem ser destacados. O Benfica voltou assim a repetir o resultado da temporada transacta. Esta vitória, difícil, coloca a equipa da Luz no pódio (divide o segundo lugar com o Olhanense) e na luta pelo título. O Benfica espera agora que o Porto escorregue em Guimarães. Recorde-se que o Porto tem mais seis pontos que a equipa de Jorge Jesus e menos um jogo. Os azuis-e-brancos venceram nas primeiras seis jornadas.

 

O Benfica foi premiado com o triunfo pela forma como abordou o jogo desde cedo. Foi a equipa que procurou mais vezes a baliza do adversário, foi aquela que teve o maior ascendente, que teve mais e melhores ocasiões. Quis muito mais que o Braga ganhar. A estratégia de Domingos Paciência não andava longe daquela que foi delineada para os embates frente ao Sevilha e ao Porto. Boa organização táctica e defensiva, apostar no ataque rápido e aproveitar um erro da equipa da casa. Compreendo também, que este Braga não esteja talhado para discutir o jogo pelo jogo frente a equipas com outros estatutos. Ainda assim, é preciso arriscar um pouco mais, para se poder colher os frutos. O Braga nunca quis arriscar, porque preferiu sempre não perder do que ganhar.

 

Ganhou a melhor equipa em campo. Roberto brilhou em cima do intervalo com uma defesa vistosa e de algum grau de dificuldade. Dentro do género foi a única. Enquanto que no outro lado, Filipe, guardião arsenalista, fez três ou quatro defesas que levavam o selo de golo. Se não foi o melhor em campo, foi certamente um dos mais importantes. No lado do Benfica, Luisão pela solidez defensiva, Aimar pela forma como fez a equipa jogar e Carlos Martins, bombardeiro de serviço, foram as principais unidades do xadrez de Jorge Jesus. A arbitragem de Duarte Gomes teve um ou outro erro, mas nada que tivesse influenciado o resultado final. Devia de ser sempre assim !

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publicado por andre--- às 17:31
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