Sexta-feira, 27 de Agosto de 2010

Sporting e Porto avançam para a fase de grupos

O MARÍTIMO FICOU PELO CAMINHO

 

LIGA EUROPA - PLAY-OFFS

 

O Sporting conseguiu operar uma reviravolta (3-0) histórica e galvanizante em terras dinamarquesas diante do Brondby. Ao contrário do que se chegou a imaginar, o leão mostrou que ainda tinha forças para lutar até ao último instante. Yannick Djaló impediu que o jogo caminhasse para o prolongamento e colocou a equipa de Paulo Sérgio na fase de grupos. Evaldo e Nuno André Coelho também marcaram. O Marítimo que jogou na segunda mão em casa, não foi capaz de ombrear com os bielorrussos do Bate Borisov. E somou a segunda derrota (2-1) neste Play-off. Resultado esclarecedor de 5-1, no conjunto das duas mãos. Além de ficar fora das competições europeias, o Marítimo do holandês Van Der Gaag ainda não somou qualquer ponto na Liga. Na próxima jornada visita o Estádio Axa. Bem mais fácil, foi a tarefa do Porto. A jogar no seu terreno despachou o Genk por 4-2, com uma exibição de gala do atacante canarinho Hulk, que nos últimos tempos passou por momentos complicados. O internacional brasileiro apontou um " hat-trick ". Resultado final na eliminatória esmagador para os azuis-e-brancos de " sete a dois ". O Porto junta-se assim ao Sporting na fase de grupos da Liga Europa. Recorde-se que na temporada anterior, Portugal conseguiu colocar três equipas na fase de grupos (Benfica, Nacional e Sporting). Esta temporada terá apenas duas.

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Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010

O caso Roberto

FOI O PRÓPRIO BENFICA QUEM CRIOU O PROBLEMA

 

Toda esta situação (caso Roberto) é, no mínimo, caricata, absurda e acima de tudo, despropositada. Foi o próprio Benfica quem criou o problema, que não está a ser nada fácil de solucionar. O clube da Luz não tinha necessidade de estar a passar por isto. Decidiram inventar e a coisa não correu lá muito bem. Vamos por partes. Quim, jogador internacional, guarda-redes experiente, que raramente comprometeu enquanto vestiu de encarnado, podia e deveria ainda fazer parte do plantel, como o número um da equipa de Jorge Jesus. Nos seis anos que representou o clube, Quim conseguiu sempre manter uma certa regularidade. Foram raras, raríssimas as vezes que o Benfica perdeu pontos por sua culpa, mas foram demasiadas as vezes que os encarnados seguraram resultados graças às exemplares intervenções do agora guarda-redes do Braga.

 

E, apesar dos seus 34 anos, todos aqueles que percebem o pouco que seja de futebol, têm a evidente noção, de que os jogadores que actuam entre os postes, são aqueles que têm uma carreira um pouco mais extensa. O normal é que um jogador que actuo neste lugar, jogue pelo menos até aos 34/35 anos ou mais. Depois do percurso que o jogador de Vila Nova de Famalicão teve na Luz, é escandaloso o que lhe fizeram. É lamentável que tenha saído do clube daquela forma. Convém ainda, não nos esquecermos, que Quim, era uma das unidades mais antigas do plantel. Era um dos poucos sobreviventes do título de 04/05 (época em que chegou à Luz). Os responsáveis do clube preocuparam-se mais com a aposta num novo guarda-redes, do que com os substitutos de jogadores que estavam á beira da saída : casos de Di Maria e Ramires.

 

O Benfica não precisava de um novo guarda-redes. Foi um erro tremendo. O mais inexplicável, foi o facto do clube ter aceitado negociar de forma exorbitante, o passe do terceiro guarda-redes do Atlético de Madrid. Repetido : o terceiro guarda-redes. Apesar de ele ter feito uma época razoável no Zaragoza, a realidade, é que ele era apenas a terceira opção do plantel madrileno, antes de se mudar. Estávamos claramente na presença de um jogador claramente inflacionado. Nesse aspecto, o Benfica errou mais uma vez. Aceitou pagar 8,5 milhões de euros por uma guarda-redes que nem no banco se sentava. Uma situação irreal. Outro dos aspectos que salta à vista, é o Benfica ter pago tanto dinheiro por um jogador que actua entre os postes. Algo que qualquer equipa de futebol, raramente faz.

 

É mais provável um clube vir a pagar uma quantia idêntica por um defesa, médio ou avançado. Para um clube português, que não está ao mesmo nível financeiro dos clubes das grandes ligas, só deve investir quantias semelhantes por jogadores que sejam de qualidade inquestionável, tipo : Ramires. O clube acaba por retirar o proveito das capacidades do jogador em termos desportivos, e mais tarde consegue ter lucro. Neste tipo de situação, deve-se arriscar quantias elevadas. Roberto até pode vir a melhorar no futuro, mas uma coisa é certa : não vale 8,5 milhões de euros. Roberto começou por deixar muito a desejar ainda na pré-época. Onde nos vários jogos que foi efectuou, cometeu sempre vários erros. Jorge Jesus e Rui Costa desvalorizaram sempre a chamada de atenção. Estávamos na pré-época e a questão era mínima.

 

Arrancou a temporada e o resultados tem estado à vista. Foi preciso o problema se ter " alastrado ", para que o alarme " suasse ". Roberto e o Benfica, continuam a sofrer golos jogo após jogo. Em três jogos foram seis. É evidente que não é correcto estar a culpar um mero jogador, pelos maus resultados de toda uma equipa. Porém, o jogador espanhol tem sofrido golos por culpa própria. Desde que chegou à Luz, o espanhol só não sofreu golos num jogo. Falta de jeito, pressão, nervosismo, vontade de mostrar serviço, para acabar as especulações, são as razões visíveis. Para mim, têm sido um pouco de todas. O Benfica, neste caso Jorge Jesus, continua a errar ao colocá-lo no onze inicial. Neste momento, o ideal era afastá-lo dos palcos. Dar-lhe tempo para ele digerir toda esta situação, rever o que fez mal, trabalhar ainda com mais convicção, e ouvir os conselhos de quem sabe, como fora de lidar e ultrapassar toda esta situação.

 

O mais incrível, de tudo isto, é que em Portugal, nós temos excelentes guarda-redes. Jogadores que estão completamente adaptados ao futebol português. Jogadores que já deram mostras do seu real valor. Jogadores que custariam um quatro daquilo que custou Roberto. E, não tenho a mínima dúvida de que o Benfica iria ficar muito bem servido. Eduardo, por exemplo custou aos cofres do Génova cerca de quatro milhões de euros. O Benfica poderia ter comprado dois Eduardos.

 

Se fizermos por exemplo uma espécie de avaliação, entre a relação, qualidade/preço, foi até hoje um dos piores negócios do Benfica. Fazendo um resumo, o Benfica (prefiro citar o nome do clube, pois não sei de quem foi a aposta, se de Jorge Jesus, se de Rui Costa ou se de Luís Filipe Vieira) errou e continua a errar de forma irrepreensível. Errou ao não renovar com Quim. Errou ao pagar tanto dinheiro por um guarda-redes, que ainda por cima era a terceira opção no seu clube. E continua a errar ao colocá-lo em jogo, no meio de todo este " circo mediático ". Imaginem o que devem estar a sentir, os outros dois guarda-redes do plantel. Desvalorizados, é como se devem sentir no meio de todo este " turbilhão ". Roberto continua a errar e eles não têm uma oportunidade para mostrar que conseguem fazer mais e melhor. Ironicamente, foi o próprio Benfica quem criou o problema a si próprio. Mais um !!!

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Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010

Como num sonho !!!

NOITE HISTÓRICA EM SEVILHA !!!

 

CHAMPIONS LEAGUE - 2ª MÃO DO PLAY-OFF

 

SEVILHA - BRAGA

 

Histórica, inesperada, surpreendente, inesquecível, memorável, frenética, exemplar, sonante ... assim foi, a noite de ontem do Braga. Foram 90 minutos de pura nosltalgia, que resultaram numa " chuva de golos". Parece um sonho, mas é bem real - o Braga está mesmo na Liga dos Campeões. " Os guerreiros do Minho " continuam a fazer história. Depois de na temporada transacta (lutarem pelo topo até à última jornada) terem sido vice-campeões portugueses, esta época voltaram a escrever mais uma página dourada na sua história, ao eliminar o " poderoso " Sevilha, no Play-off de acesso à Liga Milionária (os bracarenses vão encaixar perto de treze milhões de euros com a presença na competição) com um triunfo (4-3) " categórico " em pleno Ramón Sanchez Pizjuàn, e garantirem a sua primeira presença (histórica e inédita) na fase de grupos da mais " importante " prova de clubes do futebol do velho continente. 

 

Lima, o atacante brasileiro que deu nas vistas com a camisola do Belenenses, e foi uma das novas apostas do clube, dificilmente esquecerá a noite (principalmente a segunda parte - período em que entrou em acção) memorável que teve ontem em Sevilha. O dianteiro canarinho foi o homem do jogo, ao apontar um " hat-trick " no derradeiro e decisivo jogo. Recorde-se que ele já tinha ameaçado no encontro da primeira mão. Perto do final desse desafio atirou à trave do espanhol Palop. Ontem atirou mesmo a contar, e por três vezes. Se Lima foi o homem do jogo, Matheus foi certamente o homem da eliminatória. A atravessar um momento de forma soberbo, Matheus marcou nos dois jogos e foi fundamental no apuramento fantástico dos minhotos.

 

É um percurso notável da equipa de Domingos Paciência, que já tinha eliminado o conjunto escocês do Celtic. O técnico bracarense tinha prometido golos no embate decisivo, mas não estaria quase de certeza à espera que a sua equipa fizesse quatro golos no terreno do quarto classificado espanhol da última edição da La Liga. Na minha opinião, o minuto 31 foi o minuto chave. O Braga teria de marcar, mas ao fazê-lo primeiro, deu um passo de gigante. Se tivesse sucedido o contrário, provavelmente estaria aqui a contar uma história totalmente diferente. Marcar fora de portas é sempre importante, na maioria das vezes fundamental, mas ainda mais determinante, é marcar primeiro, como aconteceu ontem. Outro dos aspectos de extrema importância, foi a forma compacta, organizada e competente com que os " arsenalistas " defenderam não só ontem, mas também no primeiro duelo.

 

No futebol moderno, actual, defender bem é na maioria das vezes meio caminho andado para se vencer um jogo ou uma eliminatória. Nesse capítulo, os pupilos de Domingos estiveram impecáveis. A juntar a isso, o espírito de equipa, entreajuda, sacrifício, vontade, querer, ambição e a humildade necessária para reconhecer que não era uma tarefa impossível, mas de um grau de dificuldade altíssimo. Ao conseguir tudo isto, tem que se dizer que o Braga foi uma verdadeira equipa no sentido literal da palavra. O Braga entrou em campo sabendo das dificuldades que lhe esperavam, e conseguiu suportar os primeiros minutos sufocantes da equipa da casa, que exerceu grande pressão sobre o sector defensivo minhoto, carrilando jogo de forma sistemática - um verdadeiro vendaval de futebol ofensivo.

 

Era em Leandro Salino e no trio da frente (Alan/Paulo César/Matheus), que Domingos Paciência depositava grandes expectativas. Em Salino, porque era este que ligava o jogo ofensivo da equipa. Sendo ele um jogador de passada larga, era ele quem iniciava quase sempre, de forma rápida e práctica, as transições ofensivas sempre que o esférico lhe chegava aos pés. E no tridente da frente, pela forma dinâmica com que se exibe. Por serem jogadores rápidos e de técnica inquestionável. Foram precisamente duas destas quatro unidades que, contra a corrente do jogo, construíram o primeiro golo, que deu início a um festim do emblema português por terras espanholas. Paulo César ganhou a bola no meio-campo, arrancou decidido, deixou para trás alguns defesas, rematou à baliza de Palop, este defendeu, mas não foi capaz de evitar a recarga oportuna e vitoriosa de Matheus.

 

O Braga colocava-se na frente do marcador e aumentava a vantagem na eliminatória. O Sevilha tinha agora de marcar por três vezes, e já faltavam pouco mais de quinze minutos para o intervalo. O Braga a mostrar um veneno chamado : contra-golpe. No segundo tempo, aos 58 minutos, três minutos depois de ter entrado em campo, Lima reforçou o marcador. Começava aqui uma noite inesquecível para o jogador brasileiro. Com o marcador em 2-0, começava a cheirar a surpresa. A passagem do Sevilha era agora uma " miragem ".

 

Aos 61 minutos respondeu a formação da casa. Fabiano que teve uma fucaz passagem pelo nosso futebol, reduziu. Foi já a seis minutos do fim, que o Sevilha igualou por intermédio de Navas. Ainda havia alguma esperança, mas o tempo disponível para dar início à reviravolta era demasiado curto, e faltavam dois golos. Na jogada seguinte, Lima bisou e desfez o sonho do emblema espanhol. O jogo começava a ganhar contornos frenéticos. Lima decidiu entrar mais uma vez em cena, ao fazer o quarto golo de cabeça, na sequência de um canto. Logo depois reduzia (4-3) Kanouté, também de cabeça. O Braga não só eliminava o Sevilha, como também vencia pela segunda vez com distinção, classe e categoria. Este época, o Axa também merece receber os " tubarões europeus ".

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Terça-feira, 24 de Agosto de 2010

Os outros destaques da Liga

LIGA ZON SAGRES - 2ª JORNADA

 

TAL COMO EM 09/10 O BRAGA NÃO PASSOU EM SETÚBAL

 

ACADÉMICA - OLHANENSE

 

Esta foi uma jornada que repetiu resultados verificados na temporada de 09/10. Além do nulo no Bonfim entre arsenalistas e sadinos, também em Coimbra, no jogo que abriu a segunda jornada da prova, repetiu-se o resultado da época anterior : uma igualdade a um golo. As diferenças entre as formações actuais e do passado, são muitas, mas o resultado esse, foi igualzinho. Um empate a um golo que acabou por repor alguma justiça ao desfecho final deste jogo. Apesar do maior ascendente dos estudantes, o jogo foi equilibrado e nenhuma das duas formações merecia garantir a vitória e os consequentes três pontos. O primeiro confronto de Jorge Costa com a sua antiga equipa, não foi nada animador. Recorde-se que os golos de ambas as equipas neste duelo, surgiram já depois do minuto 90. Marcou primeiro a equipa da casa, por Diogo Gomes. Empatou o Olhanense instantes depois por Yountcha. Num lance que caiu do céu. Com a vitória practicamente garantida, Jorge Costa viu o Olhanense chegar à igualdade pelo ex jogador do Belenenses, depois de uma grande penalidade cometida de forma infantil e inacreditável por um defensor da Académica.

 

SETÚBAL - BRAGA

 

Uma igualdade sem golos que acabou por prejudicar a nula eficácia dos visitantes, que durante os 90 minutos viram Diego, guarda-redes brasileiro, e mais um dos bons valores na sua posição em Portugal, evitar o golo do vice-campeão. Um ponto que acaba por beneficiar a boa organização dos sadinos, que adoptaram sempre uma estratégia de contenção, que no final acabou por dar os seus frutos. E, hoje em dia, conquistar um ponto diante do Braga é um óptimo resultado. Manuel Fernandes é realista e fez questão de o dizer. Apesar de ter deixado no banco algumas peças fundamentais deste Braga, Domingos Paciência viu a sua equipa criar oportunidades flagrantes. A fraca eficácia por vezes paga-se cara, e os " guerreiros do Minho " sentiram isso na pele assim que o árbitro deu por encerrado o segundo jogo da ronda.

 

PORTIMONENSE - NAVAL

 

O regresso do Portimonense ao convívio dos grandes não tem sido nada animador. O conjunto algarvio que ainda não pode competir no seu próprio Estádio, defrontou a Naval no Estádio Algarve, e não foi além de uma derrota pela margem mínima, a segunda em dois jogos. O médio francês Godemech apontou o único golo (em cima do intervalo) da partida. Resultado negativo que levou Litos, técnico do Portimonense, a criticar a atitude de alguns do seus jogadores no decorrer daquele jogo. Os últimos 15 minutos foram de grande sacrifício para os homens que viajaram da Figueira da Foz. Tiveram de jogar em inferioridade numérica, após a expulsão de Carlitos. Inacreditável foi o falhanço de Elias, médio do emblema de Portimão. Com a baliza completamente escancarada, atirou à barra. Falhando de forma displicente aquele que teria sido o golo do empate.

 

LEIRIA - PAÇOS DE FERREIRA

 

O segundo nulo da ronda número dois foi registado em Leiria, no Magalhães Pessoa. O União, que em 09/10 surpreendeu no seu regresso, tem tido um percurso idêntico ao da temporada anterior, onde também arrancou com dois empates. Além de ainda não ter somado qualquer triunfo, voltou a ficar em branco (180 minutos sem facturar). Já o Paços somou o seu quarto ponto (bom arranque dos castores). Numa partida de futebol que teve pouco mais de mil adeptos nas bancadas. Números desanimadores para uma embate do escalão principal do nosso futebol. Tendo em conta as incidências da partida, o resultado final aceita-se.

 

GUIMARÃES - RIO AVE

 

Foi com um empate que a jornada se iniciou e também foi com um empate que encerrou. No Afonso Henriques, Vitória e Rio Ave não foram além de mais um nulo, o terceiro em oito partidas. Curiosamente, as equipas que se confrontaram no fecho da ronda, continuam sem vencer, e sem marcar qualquer golo. As boas intervenções do guardião brasileiro Nilson, evitaram uma surpresa ainda nos primeiros 45 minutos, onde João Tomás e o guarda-redes da casa travaram um interessante duelo. Nilson levou a melhor. Na segunda parte o Guimarães aos poucos foi equilibrando mas não foi capaz de chegar ao golo. Na próxima jornada, tanto uma como outra equipa, poderão continuar sem vencer e em branco. Têm pela frente jogos de grande dificuldade. O Vitória desloca-se à Choupana para medir forças com um dos lideres. Enquanto que o Rio Ave, recebe o Porto de André Villas-Boas, outra das equipas que está na liderança.

 

GOLO DA JORNADA

 

Belluschi - Porto

 

Livre cobrado de forma sublime pelo médio argentino. Terceiro golo do Porto diante do Beira-Mar.

 

ONZE DA JORNADA

 

Guarda-redes - Nilson - Guimarães

Defesa esquerdo - Fábio Coentrão - Benfica

Defesa direito - Nei Santos - Setúbal

Defesa central - Felipe Lopes - Nacional

Defesa central - Samuel - Paços de Ferreira

Médio - André Santos - Sporting

Médio - Luís Alberto - Nacional

Médio - Godemech - Naval

Avançado - Sougou - Académica

Avançado - Vukcevic - Sporting

Avançado - Falcao - Porto

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